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2008/8/23 Eu e Tu, infelismente, não temos nada Somos tecto sem lar. Eu e Tu, somos romance, que já não tem pernas para andar Eu e Tu, já nada temos, não quero deixar-te, mas é tanta a tentação Eu e Tu, tínhamos tanto, hoje só resta uma velha canção. Escuta atentamente, não volto a dizer Sabes bem, o nosso amor morreu Já não te sinto em mim Já não te sinto em ti Já não te sinto em mais ninguém Sei que tu mentes e tu também sentes que o nosso amor meu bem, morreu. Ainda temos um guarda-vestidos como umas peças esquecidas por lá Algumas bolas de naftalina E o teu terno feio de tabetã E as tuas cartas guardo para sempre na minha caixa magenta de cartão Já derreti a minha aliança Já penhorei a televisão. Escuta atentamente, não volto a dizer Sabes bem, o nosso amor morreu Já não te sinto em mim Já não te sinto em ti Já não te sinto em mais ninguém Sei que tu mentes e tu também sentes que o nosso amor meu bem, morreu. Já não te sinto em mim amor E pouco ou nada tenho para dizer Entre nós dois eu já não sinto calor E acho que nunca senti Escuta atentamente, não volto a dizer Sabes bem, o nosso amor morreu Já não te sinto em mim Já não te sinto em ti Já não te sinto em mais ninguém Sei que tu mentes e tu também sentes que o nosso amor meu bem, morreu.  Pois é, pois é! Na Quarta-feira, 20 de Agosto, em Aveiro, "Os AZeitonas" deram um concerto que nós fomos ver. Foi uma noite em cheio a começar pelo Jantar nas Tasquinhas da FARAV, continuando na excelente companhia e a acabar com uma conversa de mais de uma hora com os próprios Azeitonas! Diga-se que foi o 2º CD que comprei na vida. E está assinado por todos!! O meu e o demais 20 ou 30 pessoas que ali se juntaram atrás do palco depois do concerto acabar. É claro que nós fomos os últimos a sair de lá! Entre conversas, autógrafos, histórias e fotografias passamos umas 2 horas por lá de ficar na memória! Eles são realmente um grupo diferente, que partilham as coisas com as pessoas que gostam de os ver e estão sempre prontos a fazer o que se lhes pede. Para já, ficam estas fotos! (Ah, também há videos do concerto completo, mas claro que não vão aparecer por aqui!) As músicas (da mais marcante seguindo para as mais conhecidas):
Eu quero a sorte de um cartoon
Nas manhãs da RTP 1
Eras o meu Tom Sawyer
O meu Huckleberry Finn
Quando vais de mascarilha e espadachim
Lá em cima há planetas sem fim Tu és o meu super-herói
Sem tirar o chapéu de cowboy
Com o teu galeão e uma garrafa de rum
Eu era tua e de mais nenhum
Um por todos e todos por um Nos desenhos animados
Eu já conheço o fim
O bem abre caminho
A golpe de espadachim
E o príncipe encantado
Volta sempre para mim Eu sou a Jane e tu Tarzan
A Julieta do meu Dartagnan
Se o teu cavalo falasse
Tinha tanto para contar
Ao fantasma debaixo dos meus lençóis
Dos tesouros que escondemos dos espanhóis Nos desenhos animados
Eu já conheço o fim
O bem abre caminho
A golpe de espadachim
E o príncipe encantado
Volta sempre para mim Quando chegar o final
Já podemos mudar de canal
Nos desenhos animados
É raro chover
E nunca, quase nunca acaba mal
By the power of Grey Skull
Quando passas a minha rua
Como um anjo que flutua
Os teus pés, nunca pisão o chão E a cada passo teu
Sem saber, eu troco o meu
Como se pisasses o meu coração
E até as flores do jardim
Mudam de cor, ao ver-te assim
Eu já não posso mais conter
Esta ansiedade de te ver Quem és tu...
Quem és tu... Miuuuda
Nesse sobressalto, Desse salto alto
Quem és tu... Miuuuda
Que me atormentas, em câmara lenta
Quem és tu... miuuuda
Miúda quem és... Há certos momentos em que eu acho
Que não passas de um golpe baixo
Fantasia, de um pobre coração
Cá vou eu de sentinela
Pôr-me a espreita, na janela
Nem sequer, sei se existes ou não
E ate os velhos do jardim, mudam de tom ao ver-te assim Eu já não posso mais conter
Esta ansiedade de te ver Quem és tu... miuda
Quem és tu... Miuuuda
Nesse sobressalto, Desse salto alto
Quem és tu... Miuuuda
Que me atormentas, em câmara lenta
Quem és tu... miuuuda ( uuu, miuuda, uuuu aaaaaa, uuuu aaaa)
Podes fingir que és feliz
E dona do teu nariz
Mas tu pertences a mim
Podes-te encher de vaidade
Mudar de dono à vontade
Mas meu amor ainda assim
Tu pertences a mim...
Podes andar de braço dado com o teu novo namorado
Que importa?
Quando chegares destonteada
Vinda do nada
Fui eu que te abri a porta!
Sinto bater no teu peito
Que por mim tanto sofreu
O meu coração refeito
Será sempre dono do teu.
Yeeeé
Podes fazer um desfile
Sei que foram mais de mil
Que te sentiram o cheiro
Mas eu suporto essas dores
Pois entre os teus mil amores
Eu sei que fui o primeiro
Eu fui o primeiro...
Podes andar de braço dado com o teu novo namorado
Que importa?
Quando chegares destonteada
Vinda do nada
Fui eu que te abri a porta!
Sinto bater no teu peito
Que por mim tanto sofreu
O meu coração refeito
Será sempre dono do teu.
Sinto bater no teu peito
Que por mim tanto sofreu
O meu coração refeito
Será sempre dono do teu.
A bater no teu coração!
Sei!
Sei que saem em certos jornais
Em destaque nas folhas centrais
Sei!
Sei de quem já tinha visto até ao vivo no cabaré
Estou amarrado
Sou refém
Sonho molhado
Sonho acordado que não conto a ninguém
Mulheres nuuuuas, todas nuuuuuas
Mulhueres nu u u uas!
Sei!
Sei que no cinema é igual
Quando a própria atriz principal,
Volta e meia uns a mostrar
O que Deus, o que Deus mandou tapar
Atarantado, estou além
Sonho acordado
Sonho molhado que não conto a ninguém
Mulheres nuuuuas, todas nuuuuuas
Mulhueres nu u u uas!
(...)
Mulheres nu u u uas, todas nu u u uas
Mulhueres nu u u uas!
Mulheres nuas, nuuas!
(...)
Mostram coisas assim!
(...)
Mostram coisas assim!
U u u u u u u u!
(Para ouvir: faz PLIM =) no título!)
Sítios a visitar:
http://www.osazeitonas.com/
http://www.myspace.com/osazeitonas ‘O homem, na sucessão dos dias, tem muitas esperanças - menores ou maiores - distintas nos diversos períodos da sua vida. Às vezes pode parecer que uma destas esperanças o satisfaça totalmente, sem ter necessidade de outras. Na juventude, pode ser a esperança do grande e fagoteiro amor; a esperança de uma certa posição na profissão, desde ou daquele sucesso determinante para o resto da vida. Mas quando estas esperanças se realizam, resulta com clareza que na realidade, isso não era a totalidade' (Bento XVI, 'Spe salvi' 30) Na fase das 'esperanças', que é a juventude, vemos, por vezes, popular a nossa capacidade de interpretar os sinais de esperança, que passam pelo sucesso/amor, a profissão - quão vulnerável nos dias que correm! - e mesmo do projecto de vida... ao ritmo das mais díspares contingências e vicissitudes pessoais, familiares e/ou comunitárias. Saber olhar mais além do que aquilo que se vê, torna-se como que uma das mais fundamentais perspectivas de conduta no presente e para o futuro. Quem não tem desafios de exigência à luz do Evangelho com dificuldade saberá (ajudar) discernir caminhos de futuro para os mais novos. O sonho, de facto, comanda a vida... embora se vão burilando as (nossas) intenções mais profundas.’ Acampamento MJCP 2008 2008/8/19          | Estrela Polar Esta sede de Te encontrar em mim, de correr para Ti, de estar junto de Ti. Guias pelos vales o decurso do meu rio, única razão és Tu, único sustento, Tu... A minha vida existe porque existes Tu. Gira o firmamento sem nunca ter paz, mas existe um ponto a brilhar para mim: a Estrela Polar que fixa os meus passos, a Estrela Polar és Tu, a estrela segura, Tu... A minha vida existe porque existes Tu. Tudo gira à Tua volta, em função de Ti: não importa quando, onde e o porquê. Brilha a Tua luz no centro do meu ser, dás sentido à vida que em mim nasceu. Tudo o que farei será somente Amor; único sustento és Tu, a Estrela Polar, Tu... A minha vida existe porque existes Tu. Tudo gira à Tua volta em função de Ti: não importa quando, onde e o porquê. Esta sede de Te encontrar em mim... | Vinte Anos José Cid Há muito muito tempo, eras tu uma criança que brincava no bailoço e ao pião tinhas tranças pretas e caçavas borboletas como quem corria atrás de uma ilusão Há muito, muito tempo era eu outra criança que te amava ternamente sem saber vinhamos da escola e oferecia-te uma flor que tu punhas no cabelo a sorrir VINTE ANOS mais tarde, encontrei-te por acaso numa rua da cidade onde moravas ficamos parados e olhamo-nos sorrindo como quem se vê ao espelho pla manhã dei-te o meu telefone, convidei-te pra jantar adoraste ver a minha colecção pelo tempo fora continuamos unidos e cantamos tanta vez esta canção Daqui a vinte anos, quando tu já fores velhinha talvez eu já não exista pra te ver ficas á lareira a fazer a tua renda mas que importa se recordar é viver |          
2008/8/10 É verdade, é verdade! Por muito estranho que pareça, há MESMO muito tempo que não aparece nada de novo neste blog, isto é, há mais de 3 semanas. Como o que se passou, passou e passou depressa e bem, e, por isso, não houve tempo para aqui escrever, resta-me enumerar alguns dias marcantes seguindo o calendário. - VIII Bictur - Um dia de Praia - Todos os dias da Festa de S. Tomé – Mira 2008 - Festa de Anos (20 anos, ai ai ai, já???!)
- David Fonseca na Expofacic em Cantanhede - Compras para o Acampamento - (Todos os restos ou dias foram ocupados no trabalho) Terminando pelo acampamento de que cheguei hoje, foi positivo, não tão cheio de coisas e actividades diferentes, como no ano que passou, mas sem dúvida que foram umas férias em grupo e com vivências que ficam na memória. Já é claro que aqui reinam as coisas más porque as boas são possíveis de ver nos milhares de fotos, sem exagerar, que tirámos durante toda a semana. Fiquei desiludido em alguns instantes (mais uma vez) com alguns dos meus amigos... eles fizeram-me, durante esta semana, abraçar, sorrir, rir, brincar mas também CHORAR... Alem disso, andámos muito a pé (e na carrinha de caixa aberta que serviu de transporte até 18 pessoas! Grande Aventura), apanhamos muito calor e muito sol, molhámo-nos na piscina e no rio, fizemos uma descida aventura do rio Zêzere, rezámos, cantámos e muito mais. Balanço positivo pelo que aprendi, pelo que vivi e, ao chegar a casa, e depois de ver as fotos, tenho vontade de perdoar tudo e todos e voltar a passear e estar com vocês! Foi fantástico.
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